Ser ou ter?

Para muitos de nós ser é ter. A identificação do ego estende-se do “eu” ao “meu” e faz com que dinheiro, casas, carros, gadgets, roupa e uma infinidade de coisas pareçam acrescentar solidez e prestígio ao “eu”. Mas, como a sede de solidificação do ego é inextinguível, ele está sempre em busca de novas identificações e sempre a tentar preencher o vazio existencial a que deu origem.

Contentamento

Muitos consideram o contentamento contraproducente. Se todos estivéssemos satisfeitos com o que possuímos não haveria progresso nem ambição, dizem eles. Qualquer coisa nos satisfaria e não faríamos o menor esforço para melhorar. Obviamente, não é disso que se trata.