Meditação ou alienação

A grande maioria de nós vive alienada do momento presente, mergulhada em pensamentos e cogitações, absorvida pelo mental e os seus incessantes tormentos. Como vivemos em total desatenção do que se passa à nossa volta, tornamo-nos insensíveis à beleza que nos rodeia e às pequenas coisas nas quais se encontra uma grande parte da felicidade.

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O momento presente

A meditação traz-nos de volta para o momento, para a realidade concreta da nossa experiência. Permite-nos ganhar consciência de coisas óbvias como respirar, ouvir, sentir, ter consciência de estarmos sentados ou a andar. Permite-nos notar tudo, sem julgamento, sem comentários.

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Consciência e pensamentos

Não somos os nossos pensamentos, ou melhor, não somos apenas os pensamentos. Quando começamos a reconhecê-los, começamos também a reconhecer a “Presença Espaçosa” dentro as qual eles ocorrem e que tem a capacidade de os reconhecer.

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Meditar é evitar os pensamentos?

Muitas pessoas pensam que a meditação consiste em esvaziar a mente dos pensamentos. Embora seja natural que o seu ritmo abrande depois de algum treino, haverá sempre pensamentos. Tal como existe sempre movimento à superfície da água, mesmo a mais calma, também existe sempre movimento no espírito.

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O que é a meditação?

Meditar é treinarmo-nos a deslocar a nossa atenção do pensamento para algo que esteja a ocorrer aqui e agora. Pode ser um objeto exterior como a chama de uma vela, uma flor ou uma imagem; pode ser a perceção dos sons que nos rodeiam; podem ser as sensações físicas que estamos a experimentar. Uma das técnicas mais utilizadas é a observação da própria respiração.

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Meditar é não pensar?

Muitas pessoas pensam que a meditação consiste em esvaziar a mente dos pensamentos mas, tal como existe sempre movimento à superfície da água, mesmo a mais calma, também existe sempre movimento no espírito. A meditação não serve para acabarmos com os pensamentos mas para descobrirmos que podemos não ser manipulados por eles.

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